segunda-feira, 8 de junho de 2015

Biblioteca pública de discos de vinil é inaugurada em Seul

Biblioteca pública de discos de vinil é inaugurada em Seul

Recentemente a Music Library + Understage foi inaugurada em um bairro de Seul, na Coreia do Sul. Contrastando com o ambiente silencioso das bibliotecas tradicionais, o local já conta com um acervo musical gigantesco que inclui mais de 10.000 exemplares de diversos discos de vinil, 3.000 livros relacionados à música, todas as edições já lançadas da revista Rolling Stone desde 1967 e ainda acopla um local para apresentações no subsolo de suas dependências.
Esta não é a primeira biblioteca de vinil do mundo (muito já se comentou sobre outra biblioteca deste tipo, idealizada por 2 DJ’s londrinos) mas é provavelmente uma das maiores e mais completas, contando com diversas raridades em seu catálogo.
Este verdadeiro paraíso para amantes da música foi idealizado por uma empresa coreana de cartão de crédito, HyundaiCard, e faz parte de uma série de projetos de biblioteca que já foram planejadas pelo grupo. A Travel Library e a Design Library foram inauguradas nos últimos anos.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Novo portal disponibiliza acervo histórico da fotografia nacional

FBN avança na preservação digital. Brasiliana fotográfica, inicialmente com 2 mil fotos, vai ao ar nesta sexta-feira (17). Site reúne imagens da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. Uma iniciativa para valorizar a fotografia brasileira e promover a discussão sobre a preservação do patrimônio fotográfico digital. Fonte: Pesquisa Mundi - http://www.pesquisamundi.org/2015/04/novo-portal-disponibiliza-acervo.html

http://brasilianafotografica.bn.br/


Missa campal celebrada em ação de graças pela abolição da escravatura no Brasil no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em 1888 (Foto: Luiz Antonio Ferreira/Acervo Instituto Moreira Salles)

sábado, 11 de abril de 2015

Parte de entrevista dada pelo escritor Neil Gauman em defesa das bibliotecas e bibliotecários.

Parte de entrevista dada pelo escritor Neil Gauman em defesa das bibliotecas e bibliotecários.

"[...]  as bibliotecas tem a ver com liberdade. A liberdade de ler, a liberdade de ideias, a liberdade de comunicação. Elas tem a ver com educação (que não é um processo que termina no dia que deixamos a escola ou a universidade), com entretenimento, tem a ver com criar espaços seguros e com o acesso à informação (Neil Gaiman).



Fonte: Revista o grito

http://revistaogrito.ne10.uol.com.br/papodequadrinho/2013/10/20/neil-gaiman-por-que-nosso-futuro-depende-de-bibliotecas-de-leitura-e-de-sonhar-acordado/

terça-feira, 7 de abril de 2015

La conférence du SIG LGBTQ 2014 en français

Primeira Conferência IFLA GT SIG LGBT, Lyon, França, 2014. Foto dos apresentadores de trabalhos científicos.
https://legothequeabf.wordpress.com/2015/04/07/la-conference-du-sig-lgbtq-2014-en-francais/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter


Artigo

Power and community: organizational and cultural LGBT responses against homophobia and promotion of inclusion values

em francês e inglês disponível em:http://library.ifla.org/1010/


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O que é um Professor Universitário?

Fonte: Blog 'Sobrevivendo na Ciência'.

https://marcoarmello.wordpress.com/2015/02/12/professor/

Voltando ao ponto de vista do professor, dá para entender porque nunca chegaremos ao mesmo nível de qualidade em ensino e pesquisa do primeiro mundo? Ficou claro porque estamos fadados a enxugar gelo e ficar sempre dois passos atrás dos nossos colegas mais afortunados? Por favor, nunca mais diga que um professor universitário brasileiro não pode reclamar de dar aulas demais, porque “tem cargo de professor”. Isso é tão estúpido quanto dizer que um professor universitário que tem bolsa de produtividade está desrespeitando a dedicação exclusiva, porque é também “pesquisador do CNPq”.


sábado, 24 de janeiro de 2015

Project in development: Inclusion of values by the Brazilian public libraries.

Project in development: Inclusion of values by the Brazilian public libraries.

Professor Eduardo da Silva Alentejo.

ABSTRACT

Libraries in Brazil exist in various types, designed by the purposes for which they are made depending on the context and the socio-political contingency, especially when we situate the advent of democracy in the country. However, compared with other countries whose democratization process similar to the Brazil, focused libraries or organized to record and safeguard the culture and the memory of the black man, indigenous, gypsy, LGBT etc. are nonexistent, depending for their livelihoods exercise of cultural centers from NGOs. Exceptionally, some entities can keep libraries for these humanitarian groups at the expense of donations and volunteer work of its members. This is the case of the Bahia Gay Group maintains collections that record the memory of the LGBT movement and also produces statistical reports on LGBT violence in Brazil. Another example is the Gypsy Embassy of Brazil that keeps on its website access to information and news about the movement and its library records and safeguards the memory of the Roma people in Brazil. When it is said that they do not exist, it is said that there are under the State's point of view for libraries whose policies do not reach these populations and communities. In fact, policies for libraries in Brazil still are weak, absent, silent, not to say, incompetent. Why democracy on the one hand, it is a burden that politicians and governments apply to cover the diversity of vested interests and the people on the other hand does not know what that means. Republic does not join and governors that govern for few are some causes of the lack of consistency for public policies for libraries. In this sense, the notion of libraries for all in Brazil or is in the process of being carried out or is it a utopia? Under this approach, we study inclusion values by public libraries for distinct communities in Brazil, such as, gypsies, quilombos African descent, indigenous and LGBT citizens. This aims to identify how much libraries exist, where they are and what they do to keep their cultural memory preserved.