sábado, 20 de fevereiro de 2016

Teatro, Música e festividades barrocas: europeias,brasileiras e atuais. Imagens relacionadas [Slides]

Teatro, Música e festividades barrocas: europeias,brasileiras e atuais. Imagens relacionadas [Slides].

http://pt.slideshare.net/marciacristine10/artes-performticas




Partituras de Música Barroca. Revista Eletrônica de Musicologia. Artigo: MÚSICA PRÉ-BARROCA LUSO-AMERICANA: O GRUPO DE MOGI DAS CRUZES

MÚSICA PRÉ-BARROCA LUSO-AMERICANA: O GRUPO DE MOGI DAS CRUZES
 Autores:

Jaelson Trindade e Paulo Castagna

Departamento de Artes da UFPr
Revista Eletrônica de Musicologia
Vol. 1.2/Dezembro de 1996

   "A localização, identificação,conservação e divulgação do patrimônio artístico musical do Brasil tem sido
   até hoje fruto de iniciativas pessoais. Entretanto, esses esforços ingentes, pertinazes, somados à
   ações pontuais, circunstanciais, privadas ou públicas, nesse campo da cultura, não podem
   continuar disfarçando o caráter restrito e geralmente precário dos resultados alcançados. E,
   ainda que, na somatória, já muito se conseguiu ao longo deste século, tarda no país o amadurecimento
   dos trabalhos no campo da preservação do patrimônio musical".
  
http://www.rem.ufpr.br/_REM/REMv1.2/vol1.2/mogi.html

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

ND Slides Atualizados com proposta de exercícios da NBR 10520:2002

ND Slides Atualizados com proposta de exercícios da NBR 10520:2002.

Slides: 44-54.

https://www.dropbox.com/sh/g72z91ppin4xmlo/AAAfSvm0yYgCZV9u5W5ygcsGa?dl=0

ou ainda no link abaixo:

https://drive.google.com/folderview?id=0B296f8oxzU-OTFNXZnJxS3BCem8&usp=sharing




sábado, 6 de fevereiro de 2016

CÓDIGO DE ÉTICA DA IFLA PARA BIBLIOTECÁRIOS E OUTROS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA DA IFLA PARA BIBLIOTECÁRIOS E OUTROS
PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO
 
Este Código de Ética e de Conduta Profissional apresenta uma série de
recomendações éticas para a orientação de bibliotecários e profissionais da informação,bem como, para apreciação de Associações de Bibliotecas e instituições afins quando criarem ou revisarem seus próprios códigos.
 
http://www.ifla.org/files/assets/faife/codesofethics/portuguesecodeofethicsfull.pdf



Um manuscrito histórico sobre a vida Asteca é "virtualmente repatriado". O Codex Mendonza.

Um manuscrito histórico sobre a vida Asteca é "virtualmente repatriado".

 http://codice.manuvo.com/inicio.php?lang=english
  • Fonte; by Allison Meier on January 27, 2015.

    Uma das principais fontes textuais sobre o período pré-colombiano do México já está online em uma plataforma digital lançado este mês. O Codex Mendoza, de 1542, datando de apenas 20 anos após a conquista espanhola do México, é um relatório completo sobre a sociedade asteca, da vida diária à cultura e rituais.

     

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Videocassete e Video Home System (VHS), qual a diferença?

O gravador de videocassete, também conhecido pela sua sigla inglesa VCR (Video Cassette Recorder), é um aparelho eletrônico capaz de gravar e reproduzir imagens que são registradas em fitas magnéticas acondicionadas em caixas plásticas (cassetes) para facilitar o manuseio. Ele é o sucessor do gravador de videoteipe (VTR, na sigla em inglês), que utilizava fitas magnéticas em carretéis plásticos.

Inicialmente os videocassetes eram dirigidos ao mercado amador, mas com o tempo a tecnologia foi aperfeiçoada e usada para fins profissionais. Dependendo das características físicas da caixa e da fita bem como das especificações técnicas de gravação e reprodução da imagem, foram definidos diferentes "formatos" de videocassetes como o U-Matic, Betamax, VHS, Betacam, S-VHS e outros.

Video Home System (VHS) surgiu em 1976 pelo lançamento da JVC com fitas de 1/2 polegada que logo foi franqueado para outras empresas como a Matsushita (Panasonic), Sharp, Zenith, RCA, o que acelerou sua difusão pelo mundo. O VHS possuía um tempo de gravação de duas horas, uma hora a mais do que o formato BETAMAX.


Nesse contexto, videocassete corresponde ao aparelho e o VHS ao formato pelo qual tanto a reprodução quanto a gravação eram possíveis de armazenar conteúdos de imagem em movimento, tornando-se assim, suporte para a inscrição de documento.

Outros formatos:

D-VHS

Lançado em 2001, no Digital VHS, apesar de manter as características físicas do VHS tinha a informação é gravada em formato digital como ocorre nos DVD. O D-VHS é capaz de gravar imagens de HDTV, High Definition Television. Como os aparelhos usam um mecanismo herdado do VHS eles são capazes de reproduzir fitas gravadas neste formato antigo. Comercialmente este formato quase não teve sucesso fora do Japão.

Video-8

A Sony, após o fracasso do Betamax, lançou em 1984 um novo formato conhecido como Video-8. Este formato usa um cassete de pequeno formato com uma fita de 8mm de largura, menor que um o VHS-C, teve relativo sucesso para uso em câmeras de vídeo. Em 1989 a empresa lançou um aperfeiçoamento do Vídeo-8 conhecido como Hi-8. Este formato tem uma resolução de imagem equivalente ao do S-VHS. em 1998 lançou o D8 ou Digital 8 que alcança 500 linhas em sistema digital e que virou um concorrente pro Mini-DV quando foi criado em 2001.



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MATERIAL DO CURSO ND DISPONÍVEL NO BLOG DO PROFESSOR ALENTEJO


https://drive.google.com/folderview?id=0B296f8oxzU-OaFhSSmJ6ZlYwWmM&usp=sharing

CONTÉUDO

NORMALIZAÇÃO DOCUMENTÁRIA – SLIDES

GED WEB UNIRIO

NBR 6033 ORDENAÇÃO ALFABÉTICA ENTRADAS

NBR 10520

ARTIGOS:
1)A normalização no contexto da comunicação científica

2) Normas Técnicas e Comunicação Científica: Enfoque no Meio Acadêmico

3) O Ponto e o Parêntese: uma avaliação de serviços eletrônicos para a elaboração de Referência

Disponível em:

Definições de bibliografia, e em particular da variedade chamada por Analítica

Definições de bibliografia, e em particular da variedade chamada por Analítica

Uma lista de livros é apenas uma lista de livros.

Por livro que eu quero dizer qualquer artefato escrito, impresso ou criado em qualquer forma e em qualquer meio de comunicação com um propósito de comunicar um texto, como distinto de uma «ficha de arquivo", que é feita e conservada, a fim de mostrar que alguma ação tenha sido realizada. (A outra função fundamental da bibliografia, a recuperação da "informação" de forma independente a partir do texto através do qual é veículo, é mais adequado para as ciências puras e não será tratado aqui.).

Se os livros na referida lista estão unidos por algum fator externo comum, sob a circunstância de serem armazenadas fisicamente nas mesmas prateleiras no mesmo prédio, em uma estrutura que chamamos de biblioteca, o resultado é um catálogo e não nos interessa analisar aqui; se, por outro lado, os livros são muito dispersos, mas têm algum fator interno em comum, como o mesmo autor, ou a mesma impressora / editor, ou o mesmo tópico / tema, a lista é ou uma bibliografia ou tem os ingredientes de se tornar uma...
Fonte: Institute d'histoire du livre, Paris, Lyon.
http://ihl.enssib.fr/analytical-bibliography-an-alternative-prospectus/definitions-of-bibliography-and-in-particular-of-the-variety-called-analytical 

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

VOLP que te falo- dicionário online editado pela Academia de Letras Brasileira.

VOLP que te falo, dicionário online editado pela Academia de Letras (Brasil) , incluindo reduções (siglas) mais recorrentes em português. Por exemplo, Abreviatura de Mestre indicada pela Academia de Letras é: M.e

Veja o site e o utilize para padronizar a ortografia e auxiliar a normalizar a seu TCC/dissertação, tese, trabalho acadêmico qualquer.

http://www.academia.org.br/nossa-lingua/busca-no-vocabulario?sid=23