terça-feira, 20 de setembro de 2016

Acervo Grande Otelo (FUNARTE).


Acervo Grande Otelo (FUNARTE).


Dez anos após a morte de Grande Otelo em Paris, datada de 26 de novembro de 1993, elaboramos um projeto a fim de registrar, documentar e perpetuar sua memória para a atual e futuras gerações. O programa é composto por três grandes ações: Documentário, Teatro Musical e Memória, que prevê a recuperação e catalogação de seu acervo, a construção de um site oficial e a realização de uma biografia e de uma exposição, batizado de Grande Otelo 90 Anos. No site é possível realizar pesquisa em seu acervo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

BIBLIOTECA VIRTUAL DE LITERATURA

“A biblio [biblioteca Virtual de Literatura] só disponibiliza obras completas, em português e cujo autor tenha falecido há mais de 70 anos, conforme determina a Lei de Domínio Público. [...] você tem acesso a obras em domínio público dos mais importantes autores de nossa língua para leitura imediata. Não possuímos resumos ou resenhas, só textos completos e respeitando a linguagem da época. Caso tenha alguma dúvida, utilize o dicionário, no canto esquerdo da tela”.

BIBLIOTECA VIRTUAL DE LITERATURA


Slides de aula "História e Bibliografia Literárias I" (ainda em construção).

Prezados Estudantes,

Slides de aula ainda em construção. Abraços.


SLIDES DE AULAS


O QUE SÃO OSCIPs E QUAL DIFERENÇA ENTRE ELAS E ONGs?

O que é Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP

O QUE É UMA OSCIP por SEBRAE


Muita gente pensa que uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) é, por si só, um tipo de entidade ou organização. Mas essa não é a visão correta.
Uma OSCIP é uma qualificação jurídica atribuída a diferentes tipos de entidades privadas atuando em áreas típicas do setor público com interesse social, que podem ser financiadas pelo Estado ou pela iniciativa privada sem fins lucrativos. Ou seja, as entidades típicas do terceiro setor.
Está prevista no ordenamento jurídico brasileiro como forma de facilitar parcerias e convênios com todos os níveis de governo e órgãos públicos (federal, estadual e municipal) e permite que doações realizadas por empresas possam ser descontadas no imposto de renda.
Por ser uma qualificação, e não uma forma de organização em si mesma, vários tipos de instituições podem solicitar a qualificação como OSCIP. De maneira geral, as organizações não-governamentais (ONGs) são as entidades que mais se encaixam no perfil para solicitar a qualificação de OSCIP.

OSCIP X ONG

“Mas uma ONG já não é uma OSCIP?”. Esse questionamento é uma confusão que acontece muitas vezes.  E a resposta é negativa.
A figura da ONG não existe no ordenamento jurídico brasileiro. A sigla é usada de maneira genérica para identificar organizações do terceiro setor, ou seja, que atuam sem fins comerciais e cumprindo um papel de interesse público, tais como associações, cooperativas, fundações, institutos etc.
As qualificação de OSCIP é o reconhecimento oficial e legal mais próximo do que se entende por ONG, especialmente porque é marcada por exigências legais de prestação de contas referente a todo o dinheiro público recebido do Estado.
Contudo, ser uma OSCIP é uma opção institucional, não uma obrigação.
Dessa forma, já que a OSCIP é uma qualificação para entidades do terceiro setor, pode-se dizer que toda OSCIP é uma ONG, mas nem toda ONG é uma Oscip.

Saiba mais

Conheça as vantagens em obter a qualificação de OSCIP, bem como os requisitos necessários para que sua organização se qualifique como tal e como ela funciona na publicação da Série Empreendimentos Coletivos sobre o tema.
CARDOSO, Univaldo Coelho; CARNEIRO, Vânia Lúcia Nogueira; RODRIGUES, Édna Rabêlo Quirino. Organização da sociedade civil de interesse público. Brasília, DF: Sebrae, 2014.

Livro disponível em PDF em: http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/d859d470786e9468569ec9ba3c8b7496/$File/5194.pdf

Software para gestão de OSCIPS e ONGS

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Pesquisadores do MIT desenvolvem tecnologia que digitaliza livros fechados

"Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores do MIT promete revolucionar a maneira de digitalizar documentos e livros para o formato digital. Publicado na revista Nature Communications, a tecnologia propõe que livros possam ser digitalizados sem precisar escanear página por página, bastando inserir qualquer livro fechado para que o processo seja feito.
Caso a tecnologia seja aperfeiçoada, ela poderá agilizar o trabalho de bibliotecas, por exemplo. A maneira de conseguir uma versão digital de documentos e livros se tornará muito mais fácil e rápida. No vídeo abaixo você pode verificar com mais detalhes como a tecnologia desenvolvida no MIT funciona":
O processo utiliza radiação tetrahertz, que é absorvida pelo papel e tinta de uma maneira diferente. A câmera é tão precisamente ajustada que os pesquisadores conseguem detectar a diferença entre uma página e outra, apesar de haver apenas 20 micrômetros de ar entra cada uma. As páginas digitalizadas são lidas através de softwares ajustados para o processamento da imagem gerada.
Ainda há um longo caminho a ser percorrido. Neste momento, a tecnologia permite a leitura de apenas nove páginas agrupadas. Mas, novas pesquisas poderiam maximizar este número, tornando os resultados surpreendentes, principalmente para arquivistas e bibliotecários. Com a nova tecnologia, será possível obter acesso a livros restritos e antigos através de uma cópia digital e também agilizar consideravelmente o tempo de digitalização de documentos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Kista: Biblioteca Pública de Estocolmo, a melhor do mundo em 2015

Kista: Biblioteca Pública de Estocolmo, a melhor do mundo em 2015

KISTA IFLA PREMIUN

A Biblioteca de Kista, localizada em um subúrbio de Estocolmo, na Suécia foi escolhida como a melhor do mundo por representantes da Federação Internacional de Associações de Bibliotecas (IFLA), no dia 16 de agosto de 2015, durante sua reunião anual, Neste ano realizada na Cidade do Cabo, na África do Sul.

KISTA a melhor biblioteca do mundo

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Acessibilidade em bibliotecas Públicas.


O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) foi especialmente instituído para criar diretrizes para uma política pública voltada a este segmento.


Como premissa está a necessidade de formar uma sociedade leitora enquanto condição essencial e decisiva para promover a inclusão social de milhões de cidadãos no acesso a bens, serviços e cultura.





quarta-feira, 7 de setembro de 2016

MANIFESTO IFLA POR ESTATÍSTICAS DE BIBLIOTECAS


MANIFESTO IFLA 

Las estadísticas de bibliotecas: los datos pueden marcar la diferencia Tanto los datos cuantitativos como los cualitativos de los servicios, de su uso y los de los usuarios de la biblioteca son fundamentales para hacer patente y confirmar el valor excepcional que proporcionan las bibliotecas. Ya que el valor informativo de las estadísticas depende de su completitud y rapidez, será necesaria la participación de todas las bibliotecas del país. 

"As bibliotecas e os serviços de informação servem à sociedade, preservando a memória, contribuindo à promoção do desenvolvimento, viabilizando a educação e a pesquisa bem como apoiando entendimento e o bem-estar da comunidade internacional". (Alex Byrne 2005).



MANIFESTO IFLA POR ESTATÍSTICAS EM BIBLIOTECAS

domingo, 4 de setembro de 2016

Programa de Estudo Dirigido de História e Bibliografia Literárias I (HFC0010)

Prezados Estudantes,

Programa de Estudo Dirigido de História e Bibliografia Literárias I (HFC0010).

A primeira aula aconteceu no dia 3 de setembro, às 14h e continuará presencial aos sábados conforme o programa aqui disponível:

PROGRAMA HBL 1

Os slides serão publicados em breve, pois, estou revisando e atualizando-os. Aguardem.



BIBLIOGRAFIA DO CURSO

AMORIM, Alan Ricardo de. A Literatura em busca de um conceito. Revista Acadêmica Multidisciplinar URUTÁGUA, Maringá, ano 1, n. 2, jul. 2001. Disponível em: <http://www.urutagua.uem.br//02_literatura.htm>. Acesso em: 12 ago. 2016.

CARPEAUX, Otto Maria. História da Literatura Ocidental. Brasília, DF: Senado Federal, 2011 (Volume 1 Digitalizado). Disponível em: . Acesso em: 16 ago. 2016.

ECO, Umberto. A estrutura ausente. São Paulo: Perspectiva, 1971.

FONSECA, Edson Nery da. A Bibliografia como ciência: da crítica textual à Bibliometria. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, Brasília, DF, v. 12, n. 1-2, p. [29]-38, jan./jun. 1979. Disponível em: . Acesso em: 10 maio 2016.

LAJOLO, Marisa. O que é literatura. São Paulo: Brasiliense, 1981. (Coleção Primeiros Passos).

MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 12. ed. São Paulo: Cultrix, 2004. Disponível em: . Acesso em: 14 ago. 2016.