sexta-feira, 19 de outubro de 2018

1 ciclo de palestras em Bibliografia e Documentação


A SBB e a Escola de Biblioteconomia convidam a comunidade acadêmica a participarem do primeiro ciclo de palestras em Bibliografia e Documentação que ocorrerá no dia 22 e 23 de outubro de 2018 no auditório Tércio Paccitti (Prédio do CCET, ao lado do CCH).

Dia 22 de outubro às 15h se iniciará a primeira oficina de editoração de Bibliografia Nacional (inédita na história da Biblioteconomia) e à noite, às 18:30h se inicia a abertura com palestras de convidadas especiais, Professora Ana Virgínia e Dra. Heloísa Ottoni, Diretora da Biblioteca do Centro de Pesquisas Físicas do Brasil.

Dia 23 de outubro às 9:30h se iniciarão as palestras acerca de Bibliografia Material, Documentação e Ensino da Bibliografia e Documentação!

Entrada livre de pagamento e inscrições no local.

Sua presença muito nos honrará!

Programação:



sábado, 15 de setembro de 2018

Para restaurar a Sociedade Civil, comecem pela Biblioteca! (Artigo do Sociólogo Eric Klinenberg)

Para restaurar a Sociedade Civil ... (Artigo do Sociólogo Eric Klinenberg)

To Restore Civil Society, Start With the Library

This crucial institution is being neglected just when we need it the most.

By Eric Klinenberg

https://www.nytimes.com/2018/09/08/opinion/sunday/civil-society-library.html

"A lot of powerful forces in society seem to think so. In recent years, declines in the circulation of bound books in some parts of the country have led prominent critics to argue that libraries are no longer serving their historical function. Countless elected officials insist that in the 21st century — when so many books are digitized, so much public culture exists online and so often people interact virtually — libraries no longer need the support they once commanded" [...] .

sexta-feira, 29 de junho de 2018

"Bibliotecário: o profissional de ontem, hoje e amanhã"

Atenção Estudantes!!

"Bibliotecário: o profissional de ontem, hoje e amanhã"

Material Produzido pelo Conselho Federal de Biblioteconomia e disponível online em:

http://www.cfb.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Capa-e-Miolo-Conselho-Federal-de-Biblioteconomia-135x205mm-20-pgs-....pdf

FUNDAMENTOS DA BIBLIOTECONOMIA - SLIDES ATUALIZADOS

Atenção Estudantes!

Slides atualizados da disciplina FB, Matutino!

https://drive.google.com/file/d/10wduS6AWMyfZpIwYXDgPFdwpdgUuX-Rx/view

Saudações

quinta-feira, 29 de março de 2018

BIBLIOTECAS: LUGAR DE MEMÓRIA E DE PRESERVAÇÃO - O CASO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO BRASIL

BIBLIOTECAS: LUGAR DE MEMÓRIA E DE PRESERVAÇÃO - O CASO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO BRASIL

Rosane Maria Nunes ANDRADE
 
Resumo: Ao analisar a trajetória das bibliotecas, no que se refere ao seu papel cultural, nota-se dois pontos centrais: são lugares de memória nacional, na medida em que sua configuração política e técnica requerem que ela seja o espaço de ordenação das políticas do Estado e da manifestação da sociedade em suas demandas culturais; são lugares de preservação do patrimônio intelectual porque concentram em sua estrutura uma história da cultura e das ideias de um povo. A Biblioteca Nacional possui uma dimensão central na configuração da memória nacional e do patrimônio intelectual, uma vez que é responsável pelo registro e a guarda da produção bibliográfica brasileira (Lei do Depósito Legal). Por meio dessa atribuição legal, torna-se uma das ferramentas fornecedoras das bases de constituição da cultura nacional. Palavras-chave: Biblioteca Nacional; lugar de memória; lugar de preservação do patrimônio bibliográfico.

Artigo:
BIBLIOTECAS: LUGAR DE MEMÓRIA E DE PRESERVAÇÃO - O CASO DA BIBLIOTECA NACIONAL DO BRASIL


sexta-feira, 23 de março de 2018

Atualização do Material Fundamentos da Biblioteconomia - Matutino - 2018/1

Atenção Estudantes!

Primeira divulgação online de material da disciplina FB Bach. Matutino

PROGRAMA DA DISCIPLINA FB 2018 1

Slides Atualizados da Disciplina




Um Opinion Paper é uma anotação pessoal acerca de um texto, assunto ou tema analisado. Essencialmente tem valor de um ensaio. No entanto, esse tipo de gênero textual se difere do ensaio acadêmico. Pois, enquanto o ensaio acadêmico é um gênero textual que tem como objetivo discutir determinado tema, consistindo na exposição das ideias e pontos de vista do autor sobre determinado tema, com base em pesquisa referencial, isto é, o que outras pessoas também dizem sobre aquilo, levando a mesma posição, o Opinion Paper é a manifestação pessoal, crítica no sentido de refletir exatamente o pensamento que no momento se tem a respeito sobre algo, mas que pode mudar com o tempo. O exercício para ser entregue pessoalmente na próxima aula (07/04/18) é a elaboração do Opinion Paper com base em um dos textos indicados nas referências a seguir (um ou outro). Máximo uma página (cerca de 30 linhas, formato Times New Roman, fonte 12, espaço simples).  O trabalho deve conter sequencialmente, a cada linha: a) Nome completo; b) Referência do texto escolhido, c) o trabalho escrito – mais nada.  O verbo de ação pessoal deve estar flexionado na primeiro pessoa do indicativo (eu penso que/ eu vejo...).
CISCATI, Rafael. Biblioteca de São Paulo é indicada a prêmio internacional: Mistura de literatura e entretenimento garantiu nomeação. O Globo, Rio de Janeiro,  20 mar. 2018, Sociedade, p. 22.
CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA. Prestação de serviços ao Sr. Helio Gurovitz... e sem custo. Brasília, DF, 2018. Disponível em: wp-content/uploads/2018/03/NOTA-DE-REPÚDIO-À-MATÉRIA-DO-SR-HUGO-GUROVITZ-.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2018.

Material Fundamentos da Bibliografia e Documentação - Matutino - 2018/1

Estudantes de FBD!

Material da disciplina FBD - 2018/1 Bach. Matutino

Acessem os links abaixo:

PROGRAMA DA DISCIPLINA

SLIDES DA DISCIPLINA

Bons estudos!


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MANUAL de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2 /organização e coordenação Giacomina Faldini

FALDINI, Giacomina (Org. e Coord.) Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1987. ISBN 85-213-0495-1.


RECENSÃO


CAVALCANTI, C. L. R. O. Manual de catalogação: exemplos ilustrativos do AACR2 /organização e coordenação Giacomina Faldini. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, DF, v. 16, n. 1, p. 139-142, 1988. Disponível em: . Acesso em: 20 dez. 2017.

domingo, 19 de novembro de 2017

Normalização Documentária slides atualizados

Atenção Estudantes de ND (Bach. Noite - 2017/2)!

Normalização Documentária - Bacharelado Noite - atualização de slides.

https://drive.google.com/file/d/1L1xGDJeFTNGiz-o66BD-4-zOwoTGRVVw/view

Normalização Documentária slides atualizados


sábado, 11 de novembro de 2017

Bens Culturais Procurados: Banco de Dados de Bens Culturais Procurados (IPHAN)

"A luta contra o tráfico ilícito de bens culturais é um desafio permanente, principalmente porque os bens móveis são alvo de furtos, roubos e da ação de quadrilhas internacionais que atuam no Brasil. Muitos objetos com valor histórico, obras de arte, manuscritos, livros antigos ou raros podem ter valor excepcional para a cultura brasileira. Neste campo, o Iphan utiliza o Banco de Dados de Bens Culturais Procurados, para divulgar os bens procurados, e recebe a colaboração da Polícia Federal (PF), da International Criminal Police Organization (Interpol) e da Receita Federal.
Quando um bem cultural móvel tombado é furtado ou roubado ele passa a integrar a Lista de Bens Culturais Procurados, para que seja possível identificar e recuperar esse patrimônio e devolvê-lo ao seu local de origem. Os colecionadores e compradores de objetos antigos devem consultar, regularmente, o Banco de Dados para evitar o envolvimento em crime de receptação do Patrimônio Cultural Brasileiro, roubado, furtado ou obtido por tráfico internacional de obras de artes. As penalidades para o crime estão previstas nos artigos 155 do Código Penal e 180 do Decreto-Lei Nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (trata da receptação de bem furtado), e no Art. 62, da Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (versa sobre destruição e/ou deterioração de bens culturais).
Cadastramento de negociantes - Os negociantes de obras de arte e os agentes de leilão que comercializam antiguidades e peças com valor artístico devem ser inscritos no Cadastro Nacional de Negociantes de Antiguidades e Obras de Arte (Cnart). O cadastramento é feito online e reúne dados pessoais dos interessados e a relação descritiva dos objetos disponíveis em seus acervos. Por meio do Cadastro são identificados objetos passíveis de proteção, em âmbito federal, que se encontram no comércio de antiguidades e de obras arte" (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014)
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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Estudantes de Fundamentos da Bibliografia e Documentação: textos-base, tarefas e instruções para a segunda aferição

Estudantes de Fundamentos da Bibliografia e Documentação.

Eis os textos-base para a segunda aferição da disciplina:

Bibliografia Nacional Geral e Corrente

Instruções e tarefas para a segunda aferição.

A segunda aferição está dividida em duas partes. Eis as tarefas a partir dos textos-base entregues em aula e publicados aqui!

1ª parte da aferição: INDIVIDUAL, EM DUPLA OU EM GRUPO (máximo 5) - analisar os conceitos e elementos constitutivos da Bibliografia Nacional Geral Corrente a partir do primeiro texto e fazer análise no contexto do que informa a Biblioteca Nacional, referência indicada no segundo texto apresentando reflexão do seguinte modo:

1)       Quais instrumentos a ABN brasileira dispõe para sua Bibliografia Nacional?
2)     Considerando o primeiro texto acerca das recomendações IFLA 2008 para Bibliografias Nacionais, qual é o modelo de bibliografia nacional geral e corrente brasileira?
3)      Considerando a caixa de links informativos à margem esquerda da página (indicada no segundo texto): https://www.bn.gov.br/sobre-bn/apresentacao, examine o item (página com link):
a)     Competências e atividades – Quais competências e atividades da BN a evidenciam como uma ABN?
b)     Considerando que uma Bibliografia Nacional geral Corrente é constituída para várias utilidades e funções, entre elas, a difusão, analise como a BN tem por competência difundir a Bibliografia Nacional brasileira.
c)      Considerando que a BN é uma ABN, como funciona o serviço de intercâmbio da BN com demais bibliotecas?
d)     Como a ABN brasileira pode ser percebida no âmbito do programa Controle Bibliográfico Universal?
4)     Segundo a normativa brasileira, o que é Depósito legal?
5)     Quais são as leis que regem o depósito legal no Brasil? Para que servem? O que deve ser enviado e o que não deve e responda por quais motivos?
6)     Quais são os vigentes acordos e parcerias entre a BN com instâncias regionais, nacionais e internacionais?
7)     Na caixa de links abaixo da primeira caixa, vista no link supracitado, acesse: o link ‘ISBN’, acesse o site no site da agência brasileira do ISBN e responda: qual é a condições mínima para solicitação do ISBN?

OBSERVAÇÕES:

1ª Parte da aferição: Apresentação em sala de aula dos resultados obtidos consoantes com esse guia de perguntas (22 nov. 2017)


2ª Parte da aferição: em sala de aula – dia 29 nov. 2017. TRABALHO PRÁTICO EM SALA DE AULA E EM GRUPO. Tema Bibliografia Nacional Geral e Corrente VS Bibliografia Nacional Temática Corrente.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

AFERIÇÃO NORMALIZAÇÃO DOCUMENTÁRIA 2017/2

LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES GERAIS ANTES DE REALIZAR A PROVA:
1 Verificar se este caderno de prova contém 20 questões. Não serão consideradas reclamações posteriores ao término da prova.

2 Cada questão da prova constitui-se de cinco alternativas, identificadas pelas letras A, B, C,
D e E, das quais apenas uma será a resposta correta.

3 Preencha o cartão de respostas completando totalmente a pequena bolha, ao lado dos números, que corresponde à resposta correta.

4 Serão consideradas incorretas questões para as quais o estudante tenha preenchido mais de uma bolha no cartão de respostas, bem como questões cuja bolha apresente rasuras no cartão de respostas ou cuja resposta não foi devidamente assinalada (em branco).

5 O cartão de respostas não será substituído em hipótese alguma; portanto, evite rasuras.

6 A prova se iniciará a partir de sua publicação no blog ‘Blog Professor Alentejo’ (cerca de 17h 59min do dia 03/11/17) e apenas o Cartão Resposta deverá ser enviado com as respostas dadas.

O envio do cartão com as respostas deve ser enviado para o E-mail <mascitellipn@gmail.com> incluído o tempo para preenchimento do cartão de respostas até o dia 04/11/17 às 23h 59min. Atenção: será considerado o primeiro gabarito enviado.

7 Após o prazo final (04/11/17 – limite até 23h 59min) não será considerado o cartão respostas para avaliação. Uma resposta automática de e-mail será enviada com esta notificação.




BOA PROVA!

Bibliotecários nos Estados Unidos de 1880 a 2009

Bibliotecários nos Estados Unidos de 1880 a 2009
(Texto original de ANDREW A. BEVERIDGE, SUSAN WEBER, AND SYDNEY BEVERIDGE, 20 de junho de 2011). O primeiro censo sobre bibliotecários nos EUA foi realizado pelo Bureau of Census em 1880, quatro anos após a fundação da American Library Association. Eles contaram apenas 636 bibliotecários em todo o país. Na verdade, um entrevistado informou sobre sua forma de recenseamento que ele era o "Bibliotecário do Congresso". O Censo dos EUA, que se organizou como um Escritório permanente em 1902, pode ser usado para rastrear o crescimento da profissão de biblioteca. O número de bibliotecários cresceu ao longo dos próximos cem anos, atingindo um pico de 307.273 em 1990. Então, a profissão começou a encolher e, a partir de 2009, caiu quase um terço para 212.742. Os dados nos permitem medir o crescimento, a divisão de gênero nesta profissão conhecida principalmente pela participação das mulheres e explorar outras divisões em renda e educação, conforme mudaram ao longo do tempo [...].




terça-feira, 31 de outubro de 2017

Why Professors Are Writing Crap That Nobody Reads

Why Professors Are Writing Crap That Nobody Reads

Por Daniel Lattier | October 26, 2016.


Versão original em:
http://www.intellectualtakeout.org/blog/why-professors-are-writing-crap-nobody-reads

Home
Professores universitários geralmente gastam cerca de 3-6 meses (às vezes mais) pesquisando e escrevendo um artigo de 25 páginas para enviá-lo a um periódico acadêmico. E a maioria experimenta uma pontada de excitação quando, meses depois, eles abrem uma carta informando que seu artigo foi aceito para publicação e, portanto, será lido por ...

... uma média de dez pessoas.

Sim, você leu corretamente. Os números relatados por estudos recentes são bastante sombrios:

- 82 por cento dos artigos publicados nas humanidades ainda não são citados sequer por uma vez.

- Dos artigos citados, apenas 20% realmente foram lidos.

- A metade dos trabalhos acadêmicos nunca são lidos por outros, além de seus autores, revisores da área e editores de revistas científicas.

Então, qual é o motivo dessa loucura? Por que o mundo continua a ser submetido a menos de 2 milhões de artigos de revistas acadêmicas a cada ano?

Bem, o principal motivo é pleitear fomentos e a segurança do emprego. O objetivo de todos os professores é garantir seus status, e agora mesmo, o mandato docente continua sendo premiado com base, em parte, em quantas publicações revisadas por pares têm. Os comitês científicos e de fomento, sempre tenazes, tratam essas publicações como evidência de que o professor é capaz de realizar pesquisas maduras.

Infelizmente, no entanto, muitos artigos acadêmicos hoje são apenas exercícios no que um professor que conheci denominou por "plágio criativo" que são rearranjos de pesquisas anteriores com uma nova tese anexada aos mesmos textos.

Outro motivo é a especialização aumentada na era moderna, que é em parte devido à divisão das universidades em várias disciplinas e departamentos que seguem sua própria lógica.

Um efeito infeliz desta especialização é que o assunto da maioria dos artigos os torna inacessíveis para o público, e até a esmagadora maioria dos professores. (Confie em mim: a maioria dos acadêmicos nem quer ler os papéis dos colegas) [...].

Assim, o aumento da especialização levou a uma maior alienação entre professores e público em geral, mas também entre os próprios professores.

Tudo isso é muito infeliz. Idealmente, as grandes mentes acadêmicas de uma sociedade devem ser postas em prática para construir essa sociedade e resolver seus problemas. Em vez disso, a maioria dos acadêmicos ocidentais de hoje está usando seu capital intelectual para responder perguntas que ninguém está perguntando em páginas que ninguém está lendo.
Que desperdício.

(Daniel Lattier | October 26, 2016).


domingo, 29 de outubro de 2017

Normalização Documentária - Slides atualizados e Regras para primeira aferição


Normas Brasileiras de Documentação de Publicação

Ilustrações e Tabelas



LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES GERAIS ANTES DE REALIZAR A PROVA:

1 Verificar se este caderno de prova contém 20 questões. Não serão consideradas reclamações posteriores ao término da prova.

2 Cada questão da prova constitui-se de cinco alternativas, identificadas pelas letras A, B, C,
D e E, das quais apenas uma será a resposta correta.

3 Preencha o cartão de respostas completando totalmente a pequena bolha, ao lado dos números, que corresponde à resposta correta.

4 Serão consideradas incorretas questões para as quais o estudante tenha preenchido mais de uma bolha no cartão de respostas, bem como questões cuja bolha apresente rasuras no cartão de respostas ou cuja resposta não foi devidamente assinalada (em branco).

5 O cartão de respostas não será substituído em hipótese alguma; portanto, evite rasuras.

6 A prova se iniciará a partir de sua publicação no blog ‘Blog Professor Alentejo’ (cerca de 17h 59min do dia 03/11/17) e apenas o Cartão Resposta deverá ser enviado com as respostas dadas para o E-mail <mascitellipn@gmail.com> incluído o tempo para preenchimento do cartão de respostas até o dia 04/11/17 às 23h 59min.

7 Após o prazo final (04/11/17 – limite até 23h 59min) não será considerado o cartão respostas para avaliação. Uma resposta automática de e-mail será enviada com esta notificação.

domingo, 15 de outubro de 2017

Divulgando: 100 ANOS DE INSTALAÇÃO DA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA NO BRASIL: 1915 – 2015 Da Biblioteca Nacional à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Edição Comemorativa

100 ANOS DE INSTALAÇÃO DA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA NO BRASIL: 1915 – 2015 Da Biblioteca Nacional à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Edição Comemorativa

[...] O primeiro Curso de Biblioteconomia O ano de 1910 teve grande significação na história do desenvolvimento biblioteconômico em nosso país. Não somente assinalou a instalação da Biblioteca Nacional no novo edifício da Avenida Rio Branco, onde até hoje funciona, como também registrou a promulgação da Lei nº 2.356, de 31 de dezembro que proporcionou à Casa de Ramiz Galvão uma ampla reforma em sua estrutura administrativa. No artigo 34 do decreto nº 8.835, de 11 de julho de 1911, vamos, então, encontrar a estruturação do primeiro Curso de Biblioteconomia, enquadrado dentro do Regulamento da Biblioteca Nacional [...]. (Antônio Caetano Dias: 1 Na Biblioteca Nacional, p. 16).

Revista Chronos Publicação cultural da UNIRIO Ano 7 Nº 10 2015


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Capítulo Livro IFLA - Histórico do Depósito Legal


O princípio de um sistema de depósito legal, destinado ao desenvolvimento e preservação de uma coleção nacional de material publicado, foi implementado pela primeira vez em 1537, quando o rei Francisco I da França emitiu a lei via "Ordonnance de Montpellier". Este decreto real proibia a venda de qualquer livro sem antes ter depositado uma cópia na Biblioteca Real.

[...]

O depósito legal tornou-se intimamente relacionado aos direitos autorais durante o século 18, quando o depósito se tornou uma formalidade para obter a proteção legal dos direitos autorais. Tudo começou com o Estatuto de Anne, a Lei de Direitos Autorais da Grã-Bretanha de 1709, que foi a primeira lei destinada a proteger os autores da pirataria de suas obras. A lei exigia que nove cópias de obras fossem depositadas e distribuídas em várias bibliotecas para obter proteção de direitos autorais. Nos Estados Unidos, um requisito para o depósito legal foi estabelecido pela primeira vez como parte da Lei de Direitos Autorais de 1790 e, antes, a França implementou um requisito de depósito de direitos autorais em 1793.

Quando a Convenção de Berna foi implementada em 1886, a maioria dos países teve que modificar seu sistema de depósito legal. Uma vez que a Convenção declarou claramente que o gozo e o exercício do direito à proteção da obra literária e artística não estarão sujeitos a qualquer formalidade, um depósito legal como requisito para obter proteção de direitos autorais deve ser abolido. Com exceção de alguns países, como a Bélgica, a maioria dos países manteve o depósito como um requisito legal por outros meios, como uma lei específica sobre depósito legal. Em 1938, o Instituto Internacional de Cooperação Intelectual de Paris identificou 52 países que dispunham de um sistema legal de depósito, através de uma lei ou de outro meio legal, como decreto, ordem ou regulamento. Cinquenta anos depois, em 1990, Jasion pesquisou 139 países com um sistema formal de depósito legal de uma forma ou de outra [...].

Vale lembrar que a primeira legislação de depósito legal no Brasil se iniciou em 1907, via Decreto 1.825, de 20 de dezembro 1907. Fundação Biblioteca Nacional: O registro do DL efetuado era publicado no Boletim Bibliográfico (Bibliografia Nacional brasileira) que sob as inúmeras interrupções teve sua continuação feita pelo Instituto Nacional do Livro (INL), a partir de 1967, do qual passou a ser depositário de DL através do decreto 824, tendo o Brasil, nessa época, duas leis de DL (MORAES, 1979).

BOA LEITURA!

Material: Fundamentos da Documentação - slides atualizados

Estudantes de FBD,

eis no link acesso aos slides de nossa última aula.

https://drive.google.com/file/d/0B296f8oxzU-ONlNsZnBKR1pDanc/view

Bons estudos!