terça-feira, 27 de outubro de 2015

O Percussor da Web era Bibliotecário - Conheça Paul Otlet

O Percussor da Web era Bibliotecário - Conheça Paul Otlet


Em 1895, Otlet conheceu um espírito irmão, Henri LaFontaine, futuro ganhador do prêmio Nobel, que se uniu a ele na criação de uma bibliografia central contendo todo o conhecimento em forma de livro existente no mundo.

domingo, 25 de outubro de 2015

Manuel Typographique, publicado em 1764, de Pierre-Simon Fournier (Paris, 1712 - 1768).

Manuel Typographique, publicado em 1764, de Pierre-Simon Fournier (Paris, 1712 - 1768).


O francês Pierre Simon Fournier, mestre célebre na sua época, foi desenhador de letras romanas barrocas e rocócó, gravador de punções e fundidor de tipos, tipógrafo e gravador, empresário.
Foi contemporâneo dos primeiros Didot.
Pierre Simon Fournier (Fournier le Jeune) introduziu o sistema de medida baseado em pontos tipográficos, usado para a estandardização de tamanhos das fontes.
O seu célebre Manuel Typographique, publicado em 1764, ilustra uma escala de duas polegadas, dividida em 144 pontos.

sábado, 24 de outubro de 2015

O LIVRO ANTIGO NA ERA DIGITAL


O livro antigo continua a ter leitores, sobretudo, entre os investigadores na área das Humanidades. A sua existência não se confina às estantes das bibliotecas, dado que se encontra disponível nas bibliotecas digitais de todo o mundo, embora nem sempre o esteja de forma adequada. As Humanidades Digitais reforçaram a necessidade de colocar conteúdos em linha, dando ênfase à sua utilização e reutilização e permitindo que as obras possam ser lidas, tanto pelo homem, como pelas máquinas. A colocação do livro antigo em linha implica, em primeiro lugar, que se conheça as suas características materiais e, em seguida, que se determine quais os requisitos dos investigadores. Apresenta-se, aqui, uma análise do espólio de livro antigo existente na Biblioteca Nacional Digital, das suas características e particularidades, bem como os resultantes mais relevantes obtidos através da inquirição aos investigadores, com o objetivo de averiguar as circunstâncias, expetativas e dificuldades sentidas na utilização de bibliotecas digitais.
Fonte: <http://bdh.hypotheses.org/1369>



terça-feira, 13 de outubro de 2015

"O elemento árabe na linguagem dos viajantes e pastores no Alentejo".



Algumas considerações sobre minhas origens ciganas portuguesas do Alentejo e nordestinas de Pernambuco e Paraíba. Conta-se que o uso definitivo do nome Alentejo derivou-se após várias perseguições contra ciganos ibéricos no Século XVI (ciganos eram queimados vivos), tornando-os viajantes desde Ceuta, Cadiz, Badajoz e fronteira com Portugal até o Alentejo, ocupando-se no comércio em Évora, na Praça do Giraldo. Depois, parte destes, imigrantes para o Brasil, chegando,até onde sei, em Pernambuco e continuando viagem à Paraíba, Rio de Janeiro. Seriam ciganos cuja gênese se deu no Egito ou Índia? Viajantes desde a invasão árabe à Península Ibérica? Desde o Marrocos? Seria esta uma possível explicação por minha família ser tão lindamente grande e misturada de cores, tradições, dialetos, fés, temperamentos e temperos? A busca continua!